o novo service desk

O novo Service Desk

O novo Service Desk

o novo service desk
o novo service desk

Se a área de TI não é estratégica dentro da sua empresa ou da qual você trabalha, a notícia não é boa. Tudo evolui muito rápido e os serviços de TI também precisam estar de acordo com as novas tendências de serviços ágeis e efetivos.  
 
Para entregar esse serviço de maneira eficiente é necessária uma ótima gestão das ações relacionadas, operações, chamados atendidos e problemas solucionados. O Service Desk é a evolução do que um dia foi o Help Desk. Muito mais completo, ele precisa ser integrado com todas as áreas da organização.  
 
Como realizar esse controle de forma estratégica? 
 
Para dar esse upgrade na gestão de TI da sua empresa o mais indicado é ter um software especializado para isso. O controle é muito importante para entender as falhas e necessidades internadas relacionadas ao TI. 

Ter um dashboard organizado, análise de métricas e uma visão holística da organização podem ser os diferenciais quando se quer entender e encontrar falhas, ameaças e problemas no atendimento e solução de chamados.  
 
Quando não há um mapeamento e acompanhamento dos incidentes, as falhas se tornam cada vez mais comuns e a empresa cada vez mais vulnerável a ameaças internas e externas. 
 
Quais riscos a empresa fica exposta sem um TI estratégico? 
 
A área de TI é vital para qualquer empresa. É no TI que a maioria dos dados sensíveis ficam armazenados e qualquer tipo de erro pode levar a um incidente como vazamento ou roubo de dados.  
 
Além disso, fica impossível rastrear de forma real os incidentes, as falhas, quais áreas estão apresentando a maioria dos problemas, quais os usuários e diversos outros. Dependendo do tamanho do incidente, pode significar a paralização geral ou até o encerramento das operações da organização.  
 
O que é necessário para iniciar essa mudança na minha área de TI?  
 
Podemos te ajudar para iniciar esse processo. Criamos uma Planilha de Chamados de Service Desk que será o passo inicial para você organizar de forma estratégica a área de TI da sua empresa.  
 
Utilizando-a de forma correta, você já verá algumas melhorias como:  
 

  • Maior agilidade nos serviços; 
  • Controle eficiente do ambiente de TI; 
  • Informações mais precisas; 
  • Melhoria na administração das informações adquiridas durante os processos; 
  • Aumento na produtividade da equipe; 
  • Vantagem competitiva sobre os demais; 
  • Acompanhamento de problemas/soluções apresentadas; 
  • Valor agregado aos serviços da empresa; 
  • Entre muitos outros benefícios. 
     

Otimizar os processos de TI pode ser a chave para ter a empresa mais alinhada e funcionando de forma única e alinhada. Se você percebeu que existem falhas internas desde a comunicação até a entrega final dos chamados, baixe a planilha aqui e inicie o processo de melhoria agora.  

Como reduzir custos em ti

Como reduzir custos em TI?

Como reduzir custos em TI?

Como reduzir custos em ti

ESTRATÉGIA

Cada vez mais tem sido fundamental as empresas terem suas TI´s alinhadas aos objetivos estratégicos do negócio.

A crise que enfrentamos, tem nos sinalizado a importância de uma TI com estratégia e agilidade, pois, nunca se exigiu tantas movimentações rápidas e um olhar tão assertivo para as soluções.

Uma pesquisa realizada pela Startse com mais de 4.700 empresas, destaca que 56% das empresas estão lutando para sobreviver, 78% conseguem sobreviver por no máximo 3 meses e, vale ressaltar que, 49% perderam 90% de suas vendas, tendo que se manter com aquilo que já tinham no fluxo de caixa e ainda lutando para equilibrar o capital de giro.

Com todo esse impacto no mercado, é vital que as empresas precisem se reinventar completamente, para manter um plano de atuação e se preparar para a retomada da economia.

Empresas que trabalhavam apenas no modelo tradicional – off-line – começam a fazer movimentos para uma nova atuação, também on-line, entendendo que isso é de suma importância.

CENÁRIO

Durante muitos anos, TI ficou distante do negócio, atuando apenas para suportar e ajudar os usuários. Entretanto, essa visão vem mudando e os executivos de TI cada vez mais estão inseridos na linguagem do negócio e participando dos comitês estratégicos.

O tema “Como reduzir custos em ti”, apesar de sempre ter sido um dilema nas empresas, nunca esteve tão em alta como agora, durante a pandemia da Covid-19.

Inevitavelmente, chegou a hora dos Executivos das empresas: CEO ́s, CIO ́s, CTO ́s e CFO ́s, terem que cortar custos em suas gestões.

O grande desafio é ter uma visão holística e estratégica para que o corte de custos não seja feito em itens que possam prejudicar a operação e a retomada da empresa na nova economia e no mercado.


VEJA 6 DICAS DE COMO FAZER ESSA REDUÇÃO DE CUSTOS

Bom, para isso, é importante que a TI esteja totalmente alinhada aos planos e objetivos da empresa.

Devido aos grandes impactos causados pela crise, certamente o planejamento realizado no último ano sofrerá mudanças e as empresas e equipes terão de ter mais agilidade para se adaptar a novos desafios e soluções. Isso será fundamental. Com esse entendimento, TI pode ajudar na redução de custos, priorizando algumas iniciativas, como:

1. Planejamento estratégico de TI

Ter um plano ágil para alinhar a TI aos objetivos estratégicos do negócio, pois, a redução de custos não pode prejudicar o planejamento da empresa e tampouco trazer prejuízos ou comprometer a operação. A alta disponibilidade continua sendo imperativa e a busca por soluções que melhore a performance e resultados, também entra em cena.

2. Budget de TI

Tenha uma visão financeira da TI. Entenda a diferença entre CAPEX e OPEX – Investimento e Custo mensal das soluções de TI – Hardware e Software. Veja o que pode ser mantido, o que deve ser trocado e oriente o negócio para ajustes, sem perder a tração da retomada.

3. Pessoas

É importante ter um time coeso e multidisciplinar, com atitude e comprometimento para esse momento diferente, quando todos precisam se reinventar. Realizar uma rápida revisão da estrutura humana, ressignificando propósitos, tendo clareza nos papéis e responsabilidades, analisando resultados, buscando a contribuição de cada integrante para que não haja ociosidade e para que se tenha uma equipe de alto desempenho. Liderar pelo exemplo e ter proximidade com a equipe, é fundamental.

4. Capacity Plan

Uma análise minuciosa sobre os itens críticos e indispensáveis para a sustentação dos processos de negócio é bastante necessária. Talvez, seja a hora de montar um business case com uma análise SWOT para projetar a operação, não somente para esse momento de crise, mas, para o futuro da empresa, principalmente no novo modelo com a retomada da economia. Decisões sobre arquitetura, ambiente, cloud/on-premises, licenciamentos de software, entre outras coisas, devem ser colocadas em pauta.

5. Formato de contratações

Analisar e decidir, estrategicamente, para não descapitalizar a empresa. Se possível, estudar contratações das soluções de softwares de mercado em modalidades PaaS ou SaaS. Isso é extremamente relevante e deve ser estudado com muito cuidado e carinho.

6. Gestão dos projetos

Tudo o que for executado na TI deve ser orientado a projetos, com metodologias ágeis, controlando muito bem escopo, prazo, custo e as entregas, que por sua vez, devem ser muito bem-feitas, superando os combinados e tornando a experiência dos usuários em algo que vá além de soluções técnicas. É preciso humanizar essa relação cada vez mais e dar um verdadeiro show, pois as exigências e as expectativas serão cada vez maiores.

ATENÇÃO

Um item que tem sido um grande vilão é o dólar – US$. Soluções de TI de empresas internacionais com pagamentos em dólar podem comprometer o budget, pois, a variação e o alto custo têm impactado muitas empresas que usam softwares para: Gestão de Service Desk – ITSM, Gestão e Monitoramento de Infraestrutura, Gestão de Contratos e Fornecedores, Gestão de Projetos, Gestão de Riscos e Segurança da Informação.

REFLEXÕES

Já́ imaginou quanto dinheiro pode estar sendo mal aplicado ou desperdiçado, sem que as sugestões acima estejam em prática? Ou até mesmo com as renovações anuais de softwares estrangeiros com a moeda a US$ 5,30 e previsão de subir mais e mais?

É hora de parar, respirar, repensar, replanejar, reavaliar e rever absolutamente tudo, com uma visão global e estratégica, aproveitando para revisitar e otimizar os processos internos da TI, aumentando a produtividade e melhorando cada vez mais a experiência do usuário e seu cliente final.

O que poderá́ ser substituído por plataformas nacionais, mais modernas, integradas, amigáveis, fluidas e com custo infinitamente menor, em Real – R$, com suporte em português de pessoas e empresas mais humanizadas, que privilegiam a co-criação.

Esse modelo é bem diferente do modelo adotado pelas empresas e soluções internacionais, com suporte em inglês, demorado, cheio de chatbots que dificultam o atendimento, que demoram uma eternidade para atender às solicitações e dar resposta aos solicitantes. Além de não existir relacionamento algum e tampouco oportunidades para dar sugestões e propor melhorias. Tudo é muito robotizado e não tem espaço para negociações.

Você já́ parou para pensar que é hora de reinventar a TI, com soluções mais modernas, mais ágeis, mais acessíveis e que, de fato, entregam resultados mais inteligentes, apoiando melhor à tomada de decisões?

Isso pode permear desde sua equipe, como a empresa inteira e todos terão outra visão sobre a área e, principalmente, sobre a sua atuação e gestão frente à TI. Bingo!

É exatamente isso que a empresa espera do Executivo de TI e essa é a nova onda no mercado corporativo. A verdadeira Governança de TI ligada à Governança Corporativa que tanto se fala no mercado, há décadas.

É tempo de transformação digital, de inovação, de disrupção, de IA, da IoT e da ciência de dados.

Segundo ABS Startups, existem mais de 13.000 startups que vêm reinventando a forma de atuação. Com certeza, vale a pena pesquisar e analisar essas novas e inovadoras soluções.

Como parte integrante de todo esse cenário, quero contribuir genuinamente, apresentando a SENSR.IT – uma Startup inovadora que criou uma Plataforma de Gestão e Governança em TI – especializada em orquestrar e organizar toda a área, processos e serviços de TI, com olhar estratégico, reduzindo custos, aumentando o nível de maturidade, mitigando riscos e conectando pessoas.

Enfim, várias dicas e insights foram dados acima e espero, de verdade, contribuir para o grande desafio do momento que é “Como reduzir custos em TI”.

Obrigado por sua atenção e leitura!


Clique aqui para ver como podemos te ajudar a reduzir custos na TI de sua empresa.


SOBRE

Autor: Fabio Varricchio, CEO e co-founder da SENSR.IT – www.sensrit.com.br

Formação: Especializações internacionais em Governança corporativa pela Babson College e Governança Financeira pela Columbia University nos EUA. MBA em Gestão de empresas e negócios e Pós-Graduação em Segurança da Informação no Brasil.

Experiência: Mais de 20 anos em Gestão estratégica de TI e Negócios, atuando em grandes corporações e projetos, de alta complexidade, nacional e internacionalmente, criando negócios rentáveis, Joint Ventures, Startups e conduzindo áreas e equipes de: Estratégia, Business, Delivery Service, Governança, Projetos e Segurança da Informação. Atualmente também é palestrante, conselheiro e mentor empresarial.

Contato: (11) 99990-5827 – fabio.varricchio@sensrit.com.br

* Artigo sem fins lucrativos e científicos. Escrito de forma espontânea, em 21/04/2020, visando apoiar pessoas, passando minha visão sobre o tema “Como reduzir custos em TI?”

** Todos os comentários, críticas, sugestões e contribuições são muito bem-vindas.

canvas para ti

Como gerar valor falando a mesma língua dos executivos e tornar a sua TI mais estratégica?

Como gerar valor falando a mesma língua dos executivos e tornar a sua TI mais estratégica?

Frequentemente, as atividades da área de TI são colocadas em segundo plano ou compreendidas apenas a nível operacional, o que a deprecia, criando uma conjuntura em que a TI está separada dos objetivos estratégicos de negócio.

O que muitos profissionais se perguntam é: como mudar essa realidade de modo a transmitir a geração de valor promovida pelo time de Tecnologia da Informação aos executivos da corporação?

A resposta está em um modelo ágil, muito popular, principalmente entre os profissionais C-Levels. O Canvas ou, como originalmente foi denominado, Business Model Generation, é uma estrutura visual cujo objetivo é centralizar de forma prática a estratégia da empresa, organizando as atividades, recursos e objetivos que, integrados, levarão uma empresa a alcançar conquistas de curto, médio e longo prazos.

Tendo isso em vista, desenvolvi o IT Model Canvasa fim de sanar a dor dos profissionais do mercado que desejam estabelecer sua área como um pilar estratégico do negócio. O modelo exclusivo para Tecnologia da Informação funciona da mesma forma que o Canvas tradicional, no entanto aplicado ao cotidiano desse departamento. Foi “customizado” para você encantar seu executivo e inclusive, criar junto com ele a estratégia de forma prática, dinâmica e ágil.

No modelo tradicional temos as respostas que se relacionam aos nove elementos utilizados no Canvas: Proposta de valor, Relacionamento com clientes, Segmento de clientes, Os canais, Atividade-chave, Recursos principais, Parcerias principais, Fontes de receitas e Estrutura de custos são adaptadas às especificidades de TI.  

Já no IT Model Canvasos elementos utilizados são: Alinhamento estratégico, Parceiros estratégicos, Serviços críticos, objetivos de TI, Mapeamento de riscos, priorizações de projetos, KPI’s, Gestão orçamentária e comunicação. Este modelo que lhe ajudará de forma visual a gerar valor e alinhar as expectativas com o negócio.

Os profissionais da equipe podem co-criar o IT Model Canvas, promovendo uma visão holística sobre os objetivos da área alinhados aos da empresa e os recursos disponíveis que podem ser usados para tais metas.

Vamos a um exemplo prático!

TI entenderá o alinhamento estratégico da empresa, e focará esforços para criar as iniciativas alinhadas a estes itens, com base nisto, será possível criar uma priorização de projetos, para analisá-las adequadamente, contaremos com algumas métricas, a exemplo de: desejo da diretoria, complexidade, custo e geração de valor para o negócio. Para identificar o peso de priorização dessa demanda, analise as métricas propostas de 1 a 5, identificando sua importância dentro das metas e planejamento corporativos. Feito isto, conseguiremos combinar como será apresentado os resultados, definir custos / investimentos e analisar possíveis riscos.

Para um entendimento prático, clique no link Demonstração prática IT Model Canvas

Espero que goste das dicas e aproveite para mostrar todo potencial da área de TI! E se quiser conversar e tirar dúvidas sobre o modelo criado ou solicitar mais dicas e sugestões de como otimizar o seu TI, também fico à disposição pelo LinkedIn.

Autor: Fabio Varricchio, CEO da SENSR.IT e Gap Solutions

  • Especialização Governança corporativa – Babson | USA
  • Especialização Governança Financeira – Columbia University | USA
  • MBA Gestão de empresas e negócios
  • Pôs graduado em Segurança da Informação

Duas décadas de experiência em estratégia de TI e Gestão de Negócios, atuou em grandes empresas em projetos nacionais e internacionais. Ajuda empresas a alcançarem os melhores objetivos através de TI. É especialista em Planejamento estratégico de TI, Planejamento estratégico Digital, Delivery Services, Governança e segurança da Informação, ERP, Projetos Web, desenvolvimento de negócios, conselheiro empresarial e consultoria de Tecnologia (CIO/CTO).

foco

Vamos falar sobre FOCO

Vamos falar sobre FOCO

Esforço, dedicação são iguais a resultado ? Vamos falar sobre FOCO.

20% de suas prioridades responderão por 80% da sua produção.

Você já sentiu que se esforçou demais, se dedicou, porém não enxergaram o seu resultado ?

Então, isso é muito importante, pois confundimos urgência com prioridade,  podemos  associar isso a FOCO.

Estava com alguns amigos em uma partida de futebol, sei que você pode imaginar a cena, cada um com seus “equipamentos”, aquecimento, linguagem de futebol, a maioria assistem todos os programas de esporte (tem muita teoria), mas logo todos vão a campo e teremos que usar nossas “habilidades”.  Quando acabou o jogo, um amigo me falou: “Poxa Fabio, estou exausto, corri tanto e não consegui marcar ninguém na defesa, quando recebia a bola tocava torto, me posicionava na frente mas errava o gol”, eu brinquei com ele, é meu amigo, de fato você correu demais, fique orgulhoso , pois pelo menos você queimou calorias, mas aparentemente você correu errado e não focou em uma posição, ele ficou pensativo e comentou, “não que é você tem razão” : )

Eu trago sempre para a minha liderança casos reais e práticos do dia a dia, mas o que podemos enxergar neste relato?

 Vou tentar clarear mais sobre o assunto, ganhei de um amigo chamado Rodrigo Almeida,  que atua em uma renomada empresa, um livro chamado: Você  Nasceu para Liderar, do autor John Maxwell

Neste livro tem uma história que considero interessante que retrata o que é ter FOCO e gerar RESULTADO:

 Fixe isso: 20% de suas prioridades responderão por 80% da sua produção.

 Um Faroleiro que trabalhava em  um trecho rochoso do litoral antes do advento da eletricidade e que, uma vez por mês, recebia um suprimento de óleo para manter a luz do farol acessa. Em resumo, a função dele era usar o óleo para manter a luz acessa e direcionar os navios da região. Papéis e responsabilidades.

Como ele não morava longe da cidade, ele recebia visitas frequentes, e , certa noite uma idosa da aldeia pediu um pouco de óleo para manter a família aquecida. Com pena dela, ele concedeu um pouco de óleo. Em outra ocasião, um pai pediu um pouco de óleo para acender a tocha e procurar seu filho, outra pessoa pediu óleo para manter o funcionamento do maquinário e o trabalho dos empregados.  Como podemos observar, todos os pedidos eram para o bem, cheio de boas intenções, o faroleiro, deu o óleo por causas nobres.

Entretanto, próximo ao final do mês, seu suprimento de óleo estava muito baixo e, no ultimo dia do mês, o óleo acabou e a chama se apagou. Naquela noite, houve uma tempestade, um navio se espatifou nas pedras e muitas vidas foram perdidas. O faroleiro ficou morrendo de remorso.

Podemos observar nesta história que ele tinha a clareza do trabalho, o FOCO dele deveria ser em direcionar os navios, mas outras “urgências” tiraram suas “Prioridades” e isso demonstra o título acima. Ele esteve lá todos os dias, estava exausto, mas de fato, não obteve resultados por direcionar sua atenção e não ter clareza em diferenciar o que é Urgente do Prioritário.

Conforme avançamos em nossas carreiras, constantemente teremos que tomar decisões e direcionar nossas energias para realmente ENTREGAR o que foi combinado.

Eu procuro conduzir minhas decisões e direcionamentos junto minhas equipes olhando muito para o que o negócio realmente precisa, escutando atentamente cada necessidade, pois o VITAL não pode se misturar com o TRIVIAL.

Tenham em mente que ser PROATIVO, sempre irá superar o REATIVO e nas adversidades das tarefas, diversas vezes você terá que se Superar e Reinventar, neste caso, você será a pessoa da ENTREGA dos combinados e todos os líderes irão te querer. 😉


Autor: Fabio Varricchio, CEO da SENSR.IT

  • Especialização Governança corporativa – Babson | USA
  • Especialização Governança Financeira – Columbia University | USA
  • MBA Gestão de empresas e negócios
  • Pôs graduado em Segurança da Informação

Duas décadas de experiência em estratégia de TI e Gestão de Negócios, atuou em grandes empresas em projetos nacionais e internacionais. Ajuda empresas a alcançarem os melhores objetivos. É especialista em modelo de Startups,  Planejamento estratégico de TI e negócios, Planejamento estratégico Digital, Delivery Services, Governança e segurança da Informação, ERP, Projetos Web, desenvolvimento de negócios, conselheiro empresarial e consultoria de Tecnologia (CIO/CTO).

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LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados

LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados

A LGPD está baseada nos direitos fundamentais de liberdade e de privacidade, como a livre iniciativa e o desenvolvimento econômico e tecnológico do país.

A LGPD cria uma regulamentação para o uso, proteção e transferência de dados pessoais no Brasil, nos âmbitos privado e público, e estabelece de modo claro quem são as figuras envolvidas e quais são suas atribuições, responsabilidades e penalidades no âmbito civil – que podem chegar a multa de R$ 50 milhões por incidente.

A lei relativa à proteção de dados pessoais, publicada em agosto de 2018, chama atenção para um exame mais atento da questão do vazamento de informações pessoais e para o fato de que as instituições precisam efetivamente cuidar da boa governança dos dados que colhem dos seus clientes.

Essa regulação, a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais altera o Marco Civil da Internet, de 2014, com o objetivo de proteger dados tratados no Brasil, na esfera digital ou fora dela, por qualquer tipo de instituição ou órgão publico.

Caberá à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) a responsabilidade de acompanhar e fiscalizar se as instituições estão cumprindo com a nova lei. Neste sentido, uma das ferramentas à disposição da Autoridade é um dispositivo que prevê a apresentação de um “Relatório de Impacto à Proteção de Dados Pessoais”, que poderá ser solicitado a qualquer momento pela ANPD e deverá conter, minimamente, a descrição dos processos de tratamento de informações pessoais, bem como medidas, salvaguardas e mecanismos de mitigação de risco. Essa é mais uma forma da ANPD ter visibilidade de como as instituições utilizam dados pessoais para fins de “big data e analytics”.

Assim, a nova lei impactará diretamente todos os setores produtivos da economia, que de alguma forma, faz uso ou mesmo simplesmente coleta dados pessoais, , afetando-os em menor ou maior grau. Instituições de serviços ao consumidor possivelmente terão mais trabalho na adequação à lei, por conta do alto nível de interação com estes e com a vasta cadeia de valor associada à prestação desses serviços.

MAS COMO AS INSTITUIÇÕES PODEM SE ADAPTAR À NOVA LEI?

O primeiro passo é sem dúvida um mapeamento criterioso das atividades de cada departamento interno da instituição no tocante à coleta e ao tratamento de dados

Em uma visão macro a promulgação da lei põe o Brasil no rol de mais de 100 países que poderiam ser considerados adequados para proteger a privacidade e o uso de dados. Essa é uma sinalização positiva e mostra a preocupação do governo em lidar de forma responsável na prevenção de eventos de vazamento de dados em massa noticiados na mídia internacional.

A LGPD terá entre seus principais desafios a missão de conscientizar a sociedade de que “dado pessoal” é um bem de valor que deve ser protegido, sob pena de trazer prejuízos ao indivíduo se for utilizado indevidamente e para fins diferentes do que foi consentido pelo titular, ou seja uma mudança de “mind set”.

2019 é o ano de adequação, pois essa exigência entra em vigor em 2020.

Em breve sua instituição terá de cumprir normas de privacidade de dados.

Quais ações serão adotadas para cumprir as exigências da LGPD?

O que você está fazendo para estar em compliance com as novas regulações?

Já pensou nisso? A multa é pesada!

Quer saber como a SENSR.IT pode apoiar neste processo? Fale Conosco.



Autor: Luis Peixoto, CMO na Sensr.IT | Conselheiro na Intelecta e Fundador da Uibi Marketing Digital

  • MBA em Marketing Digital pela FGV
  • Graduado em Marketing

Duas décadas de atuação em grandes empresas de Serviços em TI – Consultoria e Sistemas, nas áreas de marketing, vendas e implantação de sistemas ERP, CRM, RH, BI, nas soluções Microsoft Dynamics, Openbravo, TOTVS, Benner, Empresário, vTiger, Suggar e QlikView.

Com experiência em projetos nacionais e internacionais, ajuda empresas a alcançarem os melhores objetivos através de TI. É especialista em Marketing Digital e Consultoria Empresarial.

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Customer IT Experience

As melhores experiências de clientes começam com atividades e interações em tempo real

O mercado de TI demanda cada vez mais novos desafios para os profissionais da área e para as empresas, quer seja por ferramentas e soluções eficazes que contribuam para o negócio, quer seja pela tão perseguida redução de custos. Sabemos que há anos isso é um ciclo incansável e a tendência é continuar.

Fornecer simplesmente ferramentas de TI deixou de ser algo que impacte ou agregue valor às empresas há algum tempo. Atualmente as empresas que prestam serviços de TI para clientes estão se reinventando para atender a este mercado que se torna dia-a-dia mais exigente.

Hoje é preciso ter a visão do todo: o histórico, o momento atual e a previsão das necessidades futuras sobre a TI, em tempo real.

O CIO e a área de TI deixam de ter aquele papel meramente técnico na organização e passam a ter um papel de parceiros internos das áreas de negócio, contribuindo para o crescimento da empresa.

Por isso, é preciso ir além de soluções técnicas e inovadoras. É necessário ser um verdadeiro provedor de soluções de TI, com a possibilidade de geração de resultados relevantes para o negócio, evoluindo através de vários métodos, técnicas e táticas, na direção de um modelo organizacional centrado no cliente.

Entender o relacionamento de uma organização com seus clientes é complexo e muitas vezes confuso, especialmente para profissionais que estão mais preocupados em apagar incêndios do que resolver e entender a verdadeira raiz dos problemas que incomodam seus clientes.

Isso desfoca a energia da empresa e evita que ela melhore exatamente os pontos mais relevantes para seus clientes. A experiência do cliente é composta pelas percepções objetivas, subjetivas e emocionais que ele tem ao se relacionar com uma marca através de inúmeros pontos de contato.

E essa percepção influencia o comportamento futuro do cliente. Ela constrói memórias que abastecem sua lealdade e afetam o valor econômico gerado pela empresa.

Para que este nível de maturidade seja atingido, há muito trabalho a ser feito. Trabalho este, não só técnico, mas também humanizado, que resulta no desenvolvimento de relacionamentos profundos com clientes internos e externos através de interações contínuas.

Esta relação humanizada e contributiva, aliada à soluções estratégicas de TI, possibilita uma experiência incrível, o Customer IT Experience.



Autor: Luis Peixoto, CMO na Sensr.IT | Conselheiro na Intelecta e Fundador da Uibi Marketing Digital

  • MBA em Marketing Digital pela FGV
  • Graduado em Marketing

Duas décadas de atuação em grandes empresas de Serviços em TI – Consultoria e Sistemas, nas áreas de marketing, vendas e implantação de sistemas ERP, CRM, RH, BI, nas soluções Microsoft Dynamics, Openbravo, TOTVS, Benner, Empresário, vTiger, Suggar e QlikView.

Com experiência em projetos nacionais e internacionais, ajuda empresas a alcançarem os melhores objetivos através de TI. É especialista em Marketing Digital e Consultoria Empresarial.

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TI para PME

Estratégias podem ser melhor aplicadas com ajuda da SENSR.IT, que traz soluções inovadores por meio de uma plataforma de gestão e governança em TI para PME

Engana-se quem pensa que as grandes empresas atuantes no Brasil é que fazem a diferença no cenário econômico nacional. Apesar de faturarem milhões e empregarem centenas de pessoas, a maioria delas não é brasileira e grande parte de seu faturamento é enviada às matrizes. Sendo assim, quem entra em cena são as pequenas e médias empresas (PMEs), responsáveis pela geração de renda de 70% dos brasileiros no setor privado, segundo o Sebrae.

De acordo com o presidente do Sebrae, Guilherme Domingos, as PMEs somam 27% do PIB do Brasil e geram 54% dos salários. Somente as microempresas foram responsáveis por 84% dos empregos gerados em março de 2018.

Uma pesquisa realizada em 2017 pela Desenvolve SP, agência de desenvolvimento paulista, revelou que a prioridade de investimentos das PMEs até 2020 tem foco na inovação. Pelo menos 55% dos 200 empreendedores de pequeno e médio portes de São Paulo entrevistados, afirmaram que entre 2018 e 2020 vão investir em algum tipo de inovação, disruptiva ou incremental, destacando que essa é a melhor opção para reverter os efeitos negativos da economia.

Segundo a pesquisa, os empreendedores que inovarão nos negócios apontaram alguns dos principais motivos para os investimentos, como ganhar novos mercados, aumentar a competitividade, além de melhorar o faturamento e a rentabilidade.

Sucesso nos negócios da SENSR.IT – TI para PME

Com pensamento semelhante aos empreendedores entrevistados para a pesquisa, a empresa IT2x, que atua com serviços na área de Tecnologia, implantação e sustentação de Protheus, Big Data, antecipou-se e procurou uma forma de inovar nos negócios. Para isso, ela percebeu que precisava ampliar a gestão e a governança em TI e focar no atendimento ao cliente. Antes de pensar em resultados, a IT2x tinha uma dezena de desafios, entre eles, aproximar os analistas da empresa, manter uma gestão efetiva dos terceiros, controlar SLA e SLO, melhorar fluxos e processos de TI, entre outras dificuldades. A solução encontrada para driblar tais problemas foi contar com a parceria da SENSR.IT, que através da plataforma de gestão e governança em TI | ITSM All-In-One, conseguiu resultados positivos em pouco tempo.

“A plataforma da SENSR.IT foi fundamental. Implantamos a solução com todos os módulos, sendo então possível atingirmos as nossas metas. A Solução da SENSR.IT aumentou nossa visão e organização para atendemos com excelência nossos clientes”, comemora o sócio e CEO da empresa, Alex Montanini. “Tal visibilidade, gestão e agilidade geraram para nossa empresa um ganho não apenas nos processos, mas também financeiro, gerando uma economia aproximada de 34% dos custos diretos e indiretos”, acrescenta Montanini.

O Grupo Luft Transportes, reconhecido nacionalmente, não ficou atrás. Para inovar nos negócios e expandir sua forma de trabalho, compreendeu que precisava melhorar sua governança em tecnologia, buscando maior agilidade e prevenção nos serviços internos da área de TI. Alguns desafios, como centralizar em um único sistema as atividades de TI, reduzir custos operacionais e indiretos, gerenciar riscos e maturidade de Tecnologia, entre outros, foram suficientes para contar com a expertise de quem entende bem do assunto. Mais uma vez a SENSR.IT entra em ação para resolver estes problemas. A solução adotada para alcançar as metas do Grupo Luft Transportes foi a aplicação dos principais módulos da plataforma: CIO Cockpit, Gestão de Fornecedores, Gestão de Infraestrutura, Gestão de Service Desk, Gestão de Riscos e Gestão de Projetos, totalmente integrados e com workflow para as atividades.

De acordo com o CIO da Luft Transportes, Arnaldo Recacho, a plataforma da SENSR.IT teve um papel importante no sucesso da companhia. “Implantamos a solução completa. Essa estratégia aumentou nossa maturidade na gestão da área e gerou os benefícios em virtude de nossos desafios. Através da plataforma melhoramos nossos processos, ganhamos agilidade e, o melhor de tudo, temos um painel executivo para tomada de decisão e acompanhamento geral. Com isso, conquistamos uma economia direta e indireta de aproximadamente 28% nos custos”, festeja Recacho.

Nossas Soluções para PMEs

Hoje o mercado oferece soluções compatíveis com as necessidades das PMEs. Na SENSR.IT, por exemplo, o objetivo é trazer soluções com uma plataforma de gestão e governança em TI, onde são geradas a visibilidade, pró-atividade, governança, rastreabilidade, segurança e estratégia em TI para PME.

A SENSR.IT é capaz de otimizar e agilizar todo o processo de Gestão e serviços de TI para PME, para que elas foquem em seu negócio. O que a difere de outras empresas do ramo é a integração dos módulos de gestão que envolvem diversas funcionalidades em uma só plataforma, possibilitando uma gestão com eficiência e qualidade, além de facilidade e rápida implantação da mesma, diferenciais que estão gerando uma média de 32% nos custos diretos e indiretos de tecnologia.

Fabio Varricchio, CEO da SENSR.IT, conclui que a solução vem evoluindo constantemente conforme necessidades do mercado, proporcionando maiores resultados aos clientes, além disto, entende que a Plataforma atingiu um nível de maturidade que proporciona maior estratégia, visibilidade, previsibilidade e agilidade nas ações de TI nas empresas.

A SENSR.IT disponibiliza um atendimento especial às PMEs pelo telefone (11) 2844-4409 ou pelo site https://sensrit.com.br/. Contate a SENSR.IT e conheça as soluções de tecnologia que inovarão o seu negócio.



Autor: Fabio Varricchio, CEO da Sensr.IT e da Gap Solutions

  • Especialização Governança corporativa – Babson | USA
  • Especialização Governança Financeira – Columbia University | USA
  • MBA Gestão de empresas e negócios
  • Pôs graduado em Segurança da Informação

Duas décadas de experiência em estratégia de TI e Gestão de Negócios, atuou em grandes empresas em projetos nacionais e internacionais. Ajuda empresas a alcançarem os melhores objetivos através de TI. É especialista em Planejamento estratégico de TI, Planejamento estratégico Digital, Delivery Services, Governança e segurança da Informação, ERP, Projetos Web, desenvolvimento de negócios, consultoria empresarial.

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Coach de equipe

Desenvolver uma equipe de alto desempenho focada na entrega de serviços de TI alinhados aos objetivos estratégicos de negócio, é de longe, a tarefa mais desafiadora para um gestor de TI, o Coach de Equipe.

Vou tentar compartilhar com você um pouco do que aprendi, principalmente com os meus erros, sobre este assunto e o potencial de resultados que você pode conquistar quando decidir colocar as pessoas em primeiro lugar, sendo um coach de equipe.

Vou tentar sintetizar neste artigo uma das melhores ferramentas que utilizo – depois de bastante tentativa e erro – e que me ajudam a atingir algum resultado positivo.

MAPA DE CONCENTRAÇÃO DO CONHECIMENTO

Começando pelo mapa de concentração do conhecimento, o objetivo é saber como o conhecimento flui na empresa através das pessoas. Eu utilizo para entender quem são os colaboradores mais consultados por outros do time em caso de duvidas; alguma dificuldade relacionada ao trabalho ou à empresa.

Se este colaborador é tão solicitado pela restante da equipe é por que ele tem algum conhecimento importante para a operação ou ainda não foi documentado e disponibilizado para todos.

Na prática, você pode realizar uma pesquisa utilizando um formulário como o google forms para fazer apenas duas perguntas simples.

O tipo de perguntas depende muito do resultado que pretende obter. Então crie seu próprio questionário com base na realidade da sua empresa.

Eu costumo utilizar sempre estas duas:

1.Quando você se depara com uma dúvida, um problema ou uma emergência técnica relacionada à sua função de trabalho, para quem você pede ajuda?

2.Quando você precisa saber sobre a estratégia da empresa, qual caminho a organização vai seguir ou como a empresa está organizada, para quem você pergunta?

E este é o resultado:

mapa-ti.png

Na opinião de quem respondeu a pesquisa podemos observar que:

  1. O Edgar é uma referencia para a equipe na parte de negócios;
  2. Evandro é uma referencia mais técnica;
  3. E a Priscila tem um equilíbrio entre o técnico e o negócio.

O resultado vai depender muito da sua intenção nas perguntas e na interpretação correta dos participantes. Portanto, orquestre bem seu questionário.

Com isso você pode trazer essas pessoas para programas de gestão do conhecimento, mapeamentos de processos e documentação e workshops. Tudo para transferir o conhecimento que elas possuem para o máximo de pessoas na organização.

“Lembre-se que o conhecimento é valioso demais para estar apenas na cabeça das pessoas. E este valor sai todos os dias pela porta da frente da empresa sem garantias de que vai voltar no dia seguinte.”



Autor: Fabio Varricchio, CEO da Sensr.IT e da Gap Solutions

  • Especialização Governança corporativa – Babson | USA
  • Especialização Governança Financeira – Columbia University | USA
  • MBA Gestão de empresas e negócios
  • Pôs graduado em Segurança da Informação

Duas décadas de experiência em estratégia de TI e Gestão de Negócios, atuou em grandes empresas em projetos nacionais e internacionais. Ajuda empresas a alcançarem os melhores objetivos através de TI. É especialista em Planejamento estratégico de TI, Planejamento estratégico Digital, Delivery Services, Governança e segurança da Informação, ERP, Projetos Web, desenvolvimento de negócios, consultoria empresarial.