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Principais Dificuldades em TI

Sua empresa enfrenta esses problemas?

Conheça as cinco principais dificuldades em TI

Por: Fabio Varricchio | CEO Sensr.IT

Hoje as empresas podem contar com a tecnologia para crescer e se desenvolver. No entanto, é exatamente nesta área que elas pecam por não investir corretamente em hardware, software e serviços necessários para o seu negócio. Há companhias que enxergam o departamento da Tecnologia da Informação como um gasto a mais, sendo que ele é justamente quem permitirá a economia de recursos no futuro e acreditem, manter o negócio competitivo. A pandemia evidenciou como a Tecnologia é importante para o negócio.

Um exemplo pratico, até 2019 o Zoom tinha 10 milhões de assinantes com a pandemia ele passou a ter 300 Milhões, isso mostra que a tecnologia é fundamental e para o zoom (ou qq outra solução de conferência) funcionar , existe uma tecnologia necessária para o usuário usufluir deste beneficio. Agora, imagine a importante de ERP, CRM, E-commerce, IA, Bots

Como você tem sido percebido? Essa visão precisa ser repensada com urgência.

Veja, abaixo, quais são os cinco maiores problemas de TI que as empresas enfrentam:

1 – Usar hardwares, softwares e/ou tecnologias desatualizadas

Recentemente, uma pesquisa apontou que, no mundo, cerca de 50% das empresas ainda usa o Windows XP em pelo menos uma máquina de suas redes. O sistema da Microsoft foi lançado em 2001 e 13 anos depois encerrou seu suporte, ou seja, ele não recebe mais atualizações importantes de segurança, o que coloca a empresa em sério riscos e vulnerabilidades.

Para economizar dinheiro, muitas companhias decidem utilizar um hardware antigo ou sem qualidade, mas vale lembrar que “o barato sai caro”. Essa economia é ineficaz, já que a manutenção de equipamentos obsoletos é mais cara do que dar um upgrade na rede. Muitos não levam em consideração o custo direto e indireto para manter algo antigo (suporte, energia, equipamento parado e colaboradores com horas improdutivas)

Neste cenário, as empresas economizam no Hardware, as gastam com equipe, tempo de resolução e peças.

Recomendações:

  • Ter um inventário completo em tempo real
  • Politica e estratégia de BYOD (muitos usam seus próprios equipamentos para trabalho em na empresa ou em casa)
  • Fazer uma análise de Tendência
  • Definir equipamentos A, B e C – dependendo da necessidade
  • Plano de depreciação
  • Plano de descarte
  • Pensar ne estratégia Home Office, é algo que precisa estar no radar (mobilidade)

2 – Não fazer backup

As empresas passam o dia na correria e por isso muitas não dão importância à atualização dos backups e um plano adequado de salvamento. Aí elas esbarram na questão financeira mais uma vez. É necessário investir em hardware ou assinar algum serviço em nuvem que armazene os dados.

Sem esse investimento, a empresa pode não sobreviver. Muitos devem se lembrar de eventos como as torres gêmeas em NY, mas não precisamos ir tão distante, recentemente o volume de ataques cybernéticos que tivemos e milhares de empresas perderam informações estratégicas, pois armazenavam de forma incorreta.

Com a pandemia, temos percebido o volume imenso de vazamento de informações, neste ponto temos 2 problemas: Preservar a integridade (agora com a LGPD é fundamental) e manter a disponibilidade no acesso a informação, afinal, mesmo no incidente, o negócio não pode parar enquanto se busca a causa raiz.

Fazer backup periodicamente é o que garante a vida de muitas empresas, que ao enfrentar problemas técnicos em seus ambientes, podem perder todos os dados da noite para o dia. E se isso acontecer em sua empresa?

Recomendações:

  • Diferencia archieve de dados utilizados constantemente
  • Crie uma politica de backup, clareando os arquivos backupeados e periodicidade
  • Tenha sempre um Backup fora da empresa
  • Evite HD’s externos conectados ao servidor para Backup’s
  • Se possível, utilize Backups In Cloud
  • Não pense que o server in cloud você não terá que se preocupar com o backup de arquivos importantes para empresa

3 – Falta de segurança

Junto à tecnologia nasceram os hackers. Vez ou outra eles dão uma dor e cabeça e tanto para as empresas. Eles invadem sistemas corporativos e roubam dados para usar maleficamente. E a espionagem empresarial? Isso tudo existe e é um problema seríssimo.

Uma falha na segurança virtual pode expor informações de clientes, funcionários e fornecedores, trazendo um risco imensurável a todos que estão envolvidos na empresa.

Além da falha de segurança que pode existir, a TI / SEGINF precisa se preocupar com os dados sensíveis, saber diferencias e saber que o risco de segurança não acontece apenas em um vazamento através de um acesso externo, mas pode acontecer também via acessos desnecessários internamente.

Recomendações:

  • Tenha politica de segurança bem definida
  • Tenha politica de privacidade de dados
  • Monitore os sites acessados e tentativas de invasões
  • Tenha Firewall adequados para sua estrutura (prevenir é melhor do que remediar)
  • Criei regras consistentes de acessos
  • Separe redes corporativas de visitantes e/ou liberadas para Celulares
  • Crie segmentações de acessos
  • Mapeie os dados sensíveis, gere consciência na empresa

4 – Conexão ruim

O que seria das empresas hoje sem a internet? Boa parte delas usa a internet para fins de trabalho. É por isso que todas elas investem em uma boa conexão, correto? Não. A realidade de muitas empresas são as conexões de baixa velocidade. Além da conexão instável prejudicar a produtividade geral da empresa, afeta todos os setores que nela atuam. Muitas empresas estão fechando pacotes caseiros para empresas e não de deparam com a velocidade e riscos envolvidos.

E agora que todos estão em Home Office ? Como TI precisamos orientar os usuários em suas residências e analisar como estão essas conexões na empresa, seja via VPN ou acesso a ambientes Cloud.

Vivemos em uma geração que não conseguimos ver o looping e mensagem de carregando uma pagina, por isso, precisamos sempre analisar: Internet, Equipamento e Aplicação.

Recomendações:

  • Analise o quanto uma aplicação Web consome ou recomenda de Internet por usuário
  • Contrate sempre links corporativos, existem varias empresas com ótima relação custo x benefício (saindo das tradicionais)
  • Tenha sempre um Link adicional para backup
  • Separe as conexões, priorize pacotes e acessos estratégicos (QoS)
  • Tenha estratégia de conexões

5 – Profissionais de TI com baixa performance

Muitas empresas questionam os trabalhos de suporte a TI, olhando apenas o atendimento, neste contexto terceirizar sustentação de TI parcial ou Full é algo aceitável quando a corporação tem isto como cultura, mas “delargar” esta atividade é um risco.

O maior problema se concentra quando uma pessoa funciona como um “faz tudo” na empresa. Não perca de vista que o especialista em tecnologia precisa ser qualificado para executar as demandas do departamento.

No entanto, não pode ser sobrecarregado com tarefas que fogem do seu objetivo, que é garantir o bom funcionamento da rede e dos sistemas que a empresa utiliza.

O Sustentar a TI é importante, mas não estratégico, por isso percebemos que as empresas buscam profissionais “Multi Tarefas”, com Soft Skills para ir além de manter o ambiente no ar, mas sim apoiar a definir as melhores tecnologias para o negócio.

Diploma é importante, mas o diferencial será as horas de voo e experiência para tomada de decisões estratégicas.

Recomendações:

  • Tenha profissionais ágeis e que consiga ir além do solicitado
  • Foque no planejamento das atividades e gestão efetiva
  • Faça um roadmap e plano de acompanhamento
  • Apresente para a direção os problemas e soluções em andamento
  • Tenha um catálogo de serviços bem definido com acordos de SLA
  • Separe incidentes de projetos
  • Valorize através de marcos a evolução de TI

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Agora vem a melhor parte, Vamos te ajudar!

Se sua empresa enfrentar pelo menos um destes problemas, saiba que estamos aqui para ajudar. Nossa solução de gerenciamento integrados dos serviços e governança de TI nasceu para atender demandas como estas., onde geramos toda a visibilidade, rastreabilidade, segurança e estratégia em TI. Podemos ser seu aliado.

Somos capazes de agilizar todo o processo de Gestão de TI da sua empresa. Sabe o que difere o nosso produto dos outros? É a integração dos módulos de gestão que envolvem diversas funcionalidades em uma só plataforma, possibilitando uma gestão com eficiência e qualidade, além de facilidade e rápida implantação da plataforma. Faça uma consulta!

Autor: Fabio Varricchio, CEO da Sensr.IT

  • Especialização Governança corporativa – Babson | USA
  • Especialização Governança Financeira – Columbia University | USA
  • MBA Gestão de empresas e negócios
  • Pos graduado em Segurança da Informação

Duas décadas de experiência em estratégia de TI e Gestão de Negócios, atuou em grandes empresas em projetos nacionais e internacionais. Ajuda empresas a alcançarem os melhores objetivos através de TI. É especialista em Planejamento estratégico de TI, Planejamento estratégico Digital, Delivery Services, Governança e segurança da Informação, ERP, Projetos Web, desenvolvimento de negócios, consultoria empresarial.

A importância do CIO no processo de Compliance a LGPD

A importância do CIO no processo de compliance à LGPD

Sancionada em setembro de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) passou a vigorar. Entre as punições por descumprimento do acordo, estão previstas multas aplicáveis, a partir de agosto de 2021. Com este cenário, muitas organizações passam por um momento crucial: atender requisitos legais novos e aprimorados para atualizar padrões de privacidade e tudo o que envolve a proteção de dados.

Cabem às empresas trazer o conceito – agora urgente – para a vanguarda dos negócios (claro, se isso já tiver sido feito). Provavelmente, ninguém, neste momento, sente mais pressão do que os gerentes de TI, já que esses profissionais são responsáveis pela coleta e proteção de todos os dados de recursos.

De que forma o gerenciamento de configuração e ativos oferece suporte à LGPD?

A gestão de configuração compreende estabelecer e manter a consistência do desempenho de um produto, inclusive com seus atributos funcionais, físicos, requisitos, design e informações operacionais. Este processo agiliza a entrega de software e aplicativos, automatizando, assim, a construção de sistemas de forma rápida e eficiente. A verificação de alterações de componentes ocorre através de gerentes e engenheiros, que garantem uma trilha de auditoria geral no sistema. Isso ajuda na rápida identificação de configurações incorretas, coopera para reversões necessárias e a otimiza a restauração de serviço. Isso também vale para os desenvolvedores, que, através da depuração, conseguem verificar se as alterações de configuração afetam a funcionalidade do produto.

O gerenciamento de configuração leva tempo, mas, se feito corretamente, permite facilidade de escalabilidade e reduz o tempo para construir recursos adicionais ao produto, minando qualquer preocupação de erros propensos ao usuário. Às vezes, implementar o processo pode parecer difícil, mas a criação de uma estratégia pode abrir uma porta de oportunidades para remover a camada de abstração humana e automatizar o máximo possível.

O processo de gerenciamento de configuração e ativos de serviço apresenta alguns objetivos:

  • Definir e controlar os componentes de serviços e infraestrutura, mantendo informações precisas da configuração;
  • Suportar objetivos e requerimentos de controle de clientes e negócio;
  • Suportar todos os processos de gerenciamento de serviços;
  • Otimizar ativos do serviço, configurações de TI, capacidades e recursos.

Os gerentes de TI devem estabelecer proteção total de dados, sabendo, inclusive, de forma precisa a quantidade de dispositivos geridos na organização, quem os acessa, de onde, qual software está instalado, quais aplicativos são usados ​​e se a criptografia de dados está ou não em operação. O rastreamento de todos os ativos de TI implantados em uma rede fornece dados de auditoria de hardware e software. Isso revela o que, realmente, é utilizado.

A compreensão de todo o patrimônio de TI é uma grande contribuição para a conformidade com a LGPD. Vejamos:

Informações detalhadas

O conhecimento total dos ativos vem de um inventário completo de hardware e software. O risco de violação da LGPD é reduzido conforme a quantidade de dispositivos não descobertos na rede.

Controle de acesso

Os gerentes devem verificar quem tem acesso aos softwares e a necessidade de acessos liberados aos dados pessoais para fins comerciais.

Limpeza

Se não forem para uso comercial, os dados pessoais devem ser excluídos. Se estiverem relacionados ao uso comercial, devem permanecer acessíveis apenas para aqueles que realmente precisam deles. Ou seja, restringir acesso é preciso. Um dispositivo criptografado, mesmo se perdido ou roubado, ainda estará protegido caso ocorra alguma violação de segurança.

Ter uma ferramenta com monitoramento online dos dispositivos pode garantir que nenhum software esteja incompatível na rede. Isso propicia maior controle do que é implantado.

A função do gerenciamento de ativos de TI na conformidade com a LGPD

A maioria dos softwares é projetada com foco na segurança do servidor, gerenciamento e infraestrutura. Porém, a proteção correta dos dados empresariais exige análise dos recursos de TI utilizados para elaborar, transmitir e arquivar dados confiados.

Conforme definido por Garther, o gerenciamento de ativos de TI fornece uma conta precisa dos custos do ciclo de vida dos ativos de tecnologia e os riscos para maximizar o valor comercial da estratégia de tecnologia, arquitetura, financiamento e decisões contratuais.

Visibilidade total e um inventário detalhado de todos os recursos de TI representam a chave para uma posição forte de segurança e conformidade. Isso significa que cada dispositivo, instalação de software e usuário devem ser contados e correlacionados adequadamente.

Em caso de violação de TI, por exemplo, você precisa responder às perguntas:

  • Quais são seus ativos de TI? Quais softwares estão instalados nos dispositivos?
  • Quem tem acesso a dispositivos e aplicativos? Quem está atribuído aos dispositivos?
  • Onde estão esses dispositivos? Como eles “mudaram” ao longo do tempo?
  • Como eles se relacionam?

Ao responder às perguntas acima, o CIO pode contribuir para a conformidade com a LGPD.

Algumas ferramentas podem ajudar a identificar exatamente o hardware e software em uso. Seguem sete pontos que têm impactam no gerenciamento de TI:

  1. Direito a ser informado: as empresas devem comunicar dados coletados, as finalidades, quem está envolvido no processamento, o período de armazenamento e qualquer compartilhamento com terceiros.
  2. Direito ao esquecimento: a companhia deve ser capaz de identificar rapidamente os dados pessoais processados ​​e modificá-los ou excluí-los mediante solicitação.
  3. Direito à portabilidade dos dados: obrigação de devolver todos os dados pessoais de um cliente que o deseje, em formato digital legível.
  4. Conceito de “privacidade desde a concepção”: implica em minimizar a recolha de dados, os protegendo ao longo do tempo e apagando dados desnecessários.
  5. Registros das atividades de processamento: cada empresa deve manter um registro de dados e nomear um DPO (Data Processing Officer).
  6. Relatório de violação de segurança: a LGPD exige que os controladores de dados relatem violações de segurança à autoridade supervisora. Além disso, obriga as empresas a tomarem medidas para remediar a violação e fornecer garantias para evitar a recorrência do incidente.
  7. Avaliação de impacto: antes de lançar um novo projeto, as companhias devem avaliar os riscos associados ao processamento de dados.

O exposto acima implica rastrear dados pessoais ao longo do ciclo útil – da coleta ao armazenamento, da troca à exclusão.

Novos princípios de governança

Como resultado, é indicado que os departamentos de TI adotem medidas concretas para cumprir a LGPD. Em suma, eles devem:

  • Reforçar a política de gestão de dados para garantir a rastreabilidade (monitorizar e gerir utilização), além de definir uma política de segurança e sensibilizar os colaboradores para a necessidade de um tratamento seguro dos dados.
  • Proteger e controlar o acesso, já que o compartilhamento de informações nunca é 100% seguro. A implementação de permissão deve ser baseada em função e necessidades do uso real.
  • Monitoramento de fluxos de dados pessoais constante para evitar vazamentos, atividades suspeitas ou possíveis incidentes de segurança. Isso implica a adoção de ferramentas adequadas, especialmente em termos de colaboração, compartilhamento de arquivos e bloqueio de acesso a informações confidenciais.
  • Procure gerenciar seus ativos de software em local único e tome as decisões de TI certas.
  • Examine as estações de trabalho espalhadas por diferentes sites para descobrir e importar todo o software instalado automaticamente.
  • Obtenha uma exibição de lista única de cada software, capturando detalhes críticos, como o número de compras x instalações, estações de trabalho que executem o software e o perfil do fabricante do software.
  • Classifique o software como gerenciado, shareware, freeware, proibido e os categorize para possibilitar mais eficiência no rastreamento e gerenciamento.
  • Obtenha um histórico completo de instalação ou desinstalação do software, inclusive os usuários anteriores que fizeram uso.
  • Gerencie licenças de software. Esteja pronto para auditoria.
  • Aloque variados tipos de licença, como individual, empresarial, simultânea e por volume para todos os softwares gerenciados.
  • Acompanhe as datas de expiração da licença para reduzir riscos.
  • Faça uma varredura periodicamente nas estações de trabalho para detectar violações de licença e instalação de softwares não autorizados.
  • Rastreie o uso do software. Fique em conformidade.
  • Planeje suas compras futuras com sabedoria, obtendo informações frequentes sobre o software utilizado.
  • Certifique-se de que o software esteja livre de bugs e atualizado, gerenciando service packs, atualizações de segurança e outras de um local centralizado.

Com um forte programa de conformidade com a política de TI, as organizações podem implantar e gerenciar um ambiente de TI de acordo com as regulamentações governamentais, padrões da indústria e requisitos internos aplicáveis.

Para as organizações, é fundamental estabelecer um ciclo para gerenciar ativos e controles para proteger os dados em uso. É preciso identificar os ativos e o escopo de TI, definir os objetivos do controle, automatizar a avaliação do controle, priorizar as correções e, por fim, corrigir os problemas de configuração de segurança.

Depois de obter visibilidade total dos ativos de TI, as empresas podem criar mapas de dados e decidir sobre controles técnicos necessários para proteger dados pessoais de uma forma que atenda às expectativas consideráveis e aos requisitos da LGPD.

Antes homogêneos, residindo principalmente nas instalações, os ambientes de TI são cada vez mais híbridos e distribuídos, à medida que as organizações buscam benefícios de transformação digital por meio da adoção de tecnologias, como computação em nuvem, mobilidade, IoT etc.

O cenário de ameaças é alterado constantemente, porque os hackers se tornam mais agressivos, com ataques mais sofisticados. Enquanto isso, as consequências de sofrer violações de segurança são cada vez mais terríveis para as organizações afetadas.

Track quem acessa seus dados

Assim que manipular dados pessoais, você será responsável pelo uso total. Muitas vezes, as violações de dados são causadas por erro cometido por um usuário final. Ou seja, não envolvem a infraestrutura ou política de TI. Compartilhar dados com o mundo externo pode não ser 100% seguro, por isso é necessário ativar todas as opções de proteção.

Você deve entender quem está autorizado a acessar dados pessoais no sistema de arquivos corporativos, como eles acessam e definir permissões com base no uso real dos colaboradores. Em outras palavras: implemente controles de acesso baseados em funções.

Monitore sempre

Requisitos de conformidade de perda de dados e notificação de violação colocam uma nova carga nos departamentos de TI e nos encarregados de dados. A nova regra de ouro de TI, agora, é “monitorar sempre”. Você precisará ser alertado sobre atividades suspeitas e possíveis incidentes de segurança, identificar padrões de acesso incomuns a arquivos que contenham dados confidenciais e relatar imediatamente qualquer exposição à autoridade local de dados. Esse conjunto de ações enfatiza a necessidade de soluções adequadas, especialmente em relação ao compartilhamento de arquivos e ferramentas de colaboração.

Deste modo, a LGPD impõe claramente novas restrições às empresas. Transformá-las em uma vantagem comercial exige que os departamentos de TI definam e expliquem – de forma assertiva – os novos processos, adaptem a infraestrutura de TI quando necessário e implementem as ferramentas corretas de compartilhamento e colaboração.

Quer saber como a SESNR.IT pode ajudar os CIO’s na adequação à LGPD?

REFERÊNCIAS:

GDPR: impact on IT asset management

https://www.licensedashboard.com/software-asset-management-solutions

https://www.manageengine.com/products/service-desk/it-asset-management

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm

https://www.gupy.io/blog/lei-geral-de-protecao-de-dados-parte1

https://www.comparethecloud.net/articles

Autores:

Aline Inácio: Aline Inácio atua há mais de 17 anos nas áreas de Gestão de Riscos, Continuidade de Negócios e Administração de Seguros. Possui MBA Internacional em Gestão de Empresas e Negócios pela FGV, especialização em Governança Corporativa e Empreendedorismo na Babson Executive Education (Boston-EUA), especialização em Corporate Finance e Risk Management pela Columbia University (Nova Iorque –EUA), certificada pela AIRM – ALARYS International Risk Manager – e pelo DRI International. Atualmente, é business developer na Daryus Consultoria.

Fábio Varricchio: Mais de 20 anos em Gestão estratégica de TI e Negócios, atuando em grandes corporações e projetos, de alta complexidade, nacional e internacionalmente, criando negócios rentáveis, Joint Ventures, Startups e conduzindo áreas e equipes de: Estratégia, Business, Delivery Service, Governança, Projetos e Segurança da Informação. Atualmente também é palestrante, conselheiro e mentor empresarial. Especializações internacionais em Governança corporativa pela Babson College e Governança Financeira pela Columbia University nos EUA. MBA em Gestão de empresas e negócios e Pós-Graduação em Segurança da Informação no Brasil

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Como fazer e mensurar o plano estratégico da TI

O que é Planejamento Estratégico de TI?

O planejamento estratégico de TI é no pé da letra utilizar uma estratégia na utilização de serviços do setor de Tecnologia da Informação dentro de uma instituição. Diante disto, o planejamento estratégico de TI não se diferencia muito de outros tipos de planejamento como o de marketing, finanças, vendas e administrativos.

Porém atualmente a criação de um planejamento para a área de TI é fundamental para uma boa utilização da tecnologia nos setores e nos serviços prestados pela organização. Caso ainda não saiba como realizar um planejamento estratégico completo de TI veja nosso artigo contando como este tipo de planejamento é criado. [inserir link do post]

Aconselho que você leia o artigo primeiro antes de avançar mais neste conteúdo.

A importância do planejamento estratégico de TI?

Os benefícios do TI estratégico são os mesmo de um TI bem feito dentro de uma instituição, ou seja:

  • Agilidade nos processos
  • Redução de custos
  • Produtividade
  • Gestão de inventário

É claro que o setor de ti apresenta um grande papel nas empresas atualmente e sua importância está crescendo a cada dia. Então apenas imagine, se o setor de TI com uma boa gestão apresenta todas estas qualidades imagina um setor de TI com um planejamento estratégico.

É visível que a empresa precisa tomar mais atenção e cuidado no setor de TI. Ainda mais em situações de crises como estamos vivendo atualmente.

Soluções tecnológicas do planejamento de TI

É então que entramos nas soluções que um TI estratégico estabelece dentro da empresa. Essas soluções não servem apenas para a crise atual do Coronavírus, mas sim para outras crises que podem futuramente virem a acontecer.

1º Solução – Segurança dentro e fora da empresa

Como dizemos toda a vez aqui na DARYUS a segurança dos dados da empresa e dos clientes é um dos fatores que precisamos mais estar preocupados em nossos processos e serviços. Com um TI estratégico a segurança é um objetivo geral em toda a empresa, na crise atual estamos vendo que muitas pessoas estão recebendo ataques de pessoas mal-intencionadas, como o Phishing. Não sabe o que é phishing e como evitar? Veja o artigo que apresentamos 8 dicas para não ser alvo de ataques de Phishing [inserir link do artigo]

2º Solução – Comunicação transparente

É estranho falar que um TI estratégico apresenta uma melhoria na comunicação da empresa, porém é verdade. Um bom planejamento estratégico de TI apresenta uma melhoria de como a empresa se comunica e é vista pelo seus stakeholders.

3º Solução – Gestão de inventário

Utilizando a crise atual como exemplo, a escolha do regime Home Office traz para a empresa um cuidado maior na área de inventário. Muitos funcionários precisam de uma máquina para trabalhar e é necessário monitorar os equipamentos realocados para os funcionários. Saber com quem está a máquina e quais são suas condições de segurança é essencial em momentos como estamos vivendo

4º Solução – Quem você pode contar durante a crise

Um fator muito bom para ser explorado por um TI estratégico é saber quem são seus fornecedores e clientes e saber com quem você pode contar durante a crise. Estabelecer uma relação de mão duplas é essencial durante crises e dar atenção aos seus stakeholders é crucial, mesmo que não seja uma venda direta.

Como medir o seu TI?

É importante saber como medir os resultados da sua TI e saber se você está alcançando ou então longe da sua meta e seus objetivos. Sabemos que muitas empresas e negócios tem dificuldade em decidir quais são os principais indicadores de TI, por conta disso iremos separar alguns indicadores para seu negócio.

1) NPS de TI

O Net Promoter Score é um indicador utilizado para medir a satisfação dos clientes. É uma ótima maneira de saber se o setor de TI é visto entre as áreas internas ou externas da empresa.

2) Tempo médio de Atendimento

Saber como o setor é capaz de cumprir as demandas é essencial. Mensurar o tempo médio do setor de TI demora para resolver um chamado é necessário para verificar a capacidade do setor.

4) disponibilidade dos sistemas

É necessário que todos os sistemas requerem o bom funcionamento e por conta disso é necessário medir o índice de disponibilidade.

5) Tempo médio para reparo

Assim como o tempo médio de atendimento que conta a duração do início e duração de um chamado é necessário analisar o tempo determinado de reparo que o setor utilizou.

6) Retorno sobre o investimento

O ROI é um indicador muito conhecido no mercado, e ele tem esse lugar por ser um indicador chave ou KPI. Com o ROI é possível ver todos os resultados, de maneira agregada, de um projeto ou serviço.

Agora você pode planejar seu setor de TI. Fique à vontade para personalizar seu planejamento e estruturá-lo da melhor maneira para o seu negócio.

6-Melhores-práticas-de-Governança-de-TI

6 Melhores práticas de Governança de TI

A Governança de TI é uma extensão da Governança Corporativa, ou seja, são ações, regras, políticas, estratégias e processos para maximizar a gestão de ferramentas, ativos e soluções de Ti dentro de determinada organização.

Com o aumento do uso de ferramentas e soluções de TI, principalmente após o início da crise de COVID-19, é necessário que a empresa saiba como está sua situação em relação à TI e como ela por sua vez está alinhada com o objetivo do negócio.

Assim, percebemos a importância da implementação de Governança de TI e seu papel dentro do negócio. Por conta disto separamos 6 práticas que iram auxiliar o negócio a estabelecer a Governança de maneira precisa, prática e efetiva.

1 – Estar alinhada com os objetivos do negócio

Como boa estratégia a Governança de TI e os objetivos do negócio devem estar alinhados para que o TI gere bons resultados e suas práticas de governança auxiliam ao alinhamento de novos objetivos de negócio e a valorização da cultura organizacional da empresa.

2 – Saiba os riscos

Uma boa infraestrutura de TI deve saber identificar e bloquear os riscos de perdas de dados e informações da empresa. Assegurar a continuidade do negócio é essencial

3 – Escolha o framework certo para o negócio

Um framework de TI é uma estrutura de controles que vai estabelecer uma melhor prática de TI, mas também irá auxiliar para monitorar as tarefas e demandas para gerar melhores resultados e estabelecer um volume de trabalho.

Há muitas opções de framework para TI, as mais famosas no mercado são Cobit, ITIL e PMBOK. Porém a empresa pode “experimentar” os frameworks até encontrar o definitivo.

Lembrando que a plataforma da Sensr.IT apresenta todos os frameworks que irá facilitar na implementação e cada usuário pode utilizar o framework que o mais agrada.

4 – Pense na automação dos processos

Estamos vivendo na era digital e hoje em dia grande parte dos processos podem ser automatizados, o que além de trazer agilidade também promove um grande sucesso de uma política de Governança de TI.

Uma plataforma como a Sensr.IT por exemplo não é apenas capaz de automatizar, monitorar e estabelecer melhores práticas de TI, mas também há módulos de Gestão de Riscos, Compliance, Projetos, Demandas, Contratos e Fornecedores e não é cobrada em dólar.

5 – Comunicação interna efetiva

Como todo processo dentro de uma empresa é necessário estabelecer uma boa comunicação interna entre todas as áreas. Então é essencial pensar em como estabelecer uma boa comunicação interna.

6 – Políticas de segurança

Criar normas e regras para preservar a segurança dos dados é essencial para uma Governança de TI. Estar em conformidade com as leis referentes da privacidade e proteção de dados como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) é um dever de toda empresa.

Por tanto tenha atenção ao fluxo de dados e esteja em conformidade, não só no setor de TI mas sim em todo ambiente organizacional.

Softwares como a Senr.IT já está preparada para implementação de processos para entrar em conformidade com a LGPD e a ISO 27701 e preservar a integridade de todos os dados dentro da organização.

A Governança de TI não só estabelece um planejamento e controle do setor de TI na empresa, mas também faz com que o negócio esteja em conformidade e gera valor para o negócio.

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7 passos para reduzir os custos da TI

A área de TI precisa estar alinhada com os objetivos estratégicos da empresa. A ideia do TI help desk já é bem ultrapassada e as discussões envolvendo a área devem ser levadas a sério.

Com a crise do COVID-19, ficou bem claro a importância do TI agir rápido e de forma assertiva, já que muitas empresas precisaram rapidamente modificar toda a operação para o formato home office, e além da agilidade, foi necessário atenção redobrada as questões de segurança.

Uma pesquisa realizada pela Startse com mais de 4.700 empresas, destacou que 56% ainda lutam lutando para sobreviver, 78% estimam 3 meses de operações a partir do início do isolamento social, e, vale ressaltar que, 49% perderam 90% de suas vendas, obrigando-as a contarem apenas com o que já havia no fluxo de caixa.  

Com esse cenário é impossível não discutir sobre redução de custos e novas ideias para operar com o menor custo possível. Os CEO’s, boards e conselhos diretivos devem pensar muito bem no que é essencial, no que pode ser cortado, e o que pode ser recuperado no período pós-crise.

Separamos algumas dicas de como reduzir os custos da área de TI que podem ajudar nesse momento de decisões cruciais:

1) Planejamento estratégico de TI

É importante que a redução de custos não prejudique o bom funcionamento da organização. Os objetivos podem ser redesenhados, mas a operação precisa continuar da melhor maneira possível. O planejamento de TI precisa estar de acordo com o da empresa e ser executado de forma ágil e que ajude a diminuir os impactos.

2) Budget de TI

Tenha um gestor de TI com a visão financeira da área esclarecida e sob controle. Veja quais soluções devem ser mantidas, trocadas ou canceladas. Todo gasto não essencial deve ser cortado e tudo deve ser analisado para que não prejudique a operação da empresa.

3) Pessoas

As pessoas podem fazer a diferença em momentos de crise. Um time multidisciplinar e coeso pode garantir o bom funcionamento da área, por isso, é importante rever papéis, forças e responsabilidades.

4) Capacity Plan

Uma análise mais profunda da área pode ser importante nesse momento. Verificar todos os pontos, necessidades, itens críticos e indispensáveis podem ajudar a saber o que manter e o que é possível desfazer. Criar um business case e refazer a análise de SWOT pode ser útil até para uma retomada melhor e mais alinhada no período pós crise.

5) Formato de contratação

É importante estudar e entender novos tipos de ferramentas e softwares nas modalidades PaaS ou SaaS. Isso deve ser estudado com muita atenção e pode mudar muitos processos dentro da organização.

 6) Gestão de Projetos

É muito importante que todas as ações da TI sejam feitas com metodologias ágeis, controlando todas as fases do projeto. Dessa forma é possível visualizar as entregas e perceber possíveis gaps e processos que podem ser melhorados ou eliminados.

7) Atenção ao dólar

Um Framework chamado IT model Canvas.

Muitas ferramentas e softwares que são utilizados pela área de TI não são nacionais. A cotação do dólar pode virar o inimigo número um quando o assunto é redução de custos e avaliar a utilização de soluções nacionais podem ser a saída nesse momento delicado.

Pensando em ajudar as empresas que buscam esse novo olhar para o seu Sevice Desk a Sensr.IT desenvolveu o IT Model Canvas para conectar todas essas pontas e tornar o planejamento do TI muito mais alinhado com essa nova realidade.

DOWNLOAD AQUI

5-Dicas-para-começar-a-estruturar-a-nova-TI

5 Dicas para começar a estruturar a nova TI

O Brasil evoluiu muito nos últimos anos quando falamos sobre infraestrutura de TI. Até para os mais resistentes, ficou inegável a necessidade de atualizar sistemas e operações para a era digital.

Mesmo com a evolução, ainda estamos atrás de outros países que investem muito para ter a disposição a melhor infraestrutura disponível. Separamos algumas dicas para você criar e garantir que tudo esteja funcionando bem em relação a sua disponibilidade de TI.

O que é Infraestrutura de TI?

Investir nessa área é fundamental para o crescimento e bom funcionamento de todas as áreas da empresa. Algumas tem necessidades específicas e tudo isso deve ser mapeado e monitorando por um TI estratégico e atuante.Separamos algumas dicas para você conferir se a sua infraestrutura de TI está organizada e funcional:

1) Tenha um inventário atualizado

Para iniciar esse processo, é necessário criar um inventário de toda sua estrutura interna. Mapear todos os recursos ativos da tecnologia é o primeiro passo. Após que isso for feito, mantenha esse documento atualizado com informações sobre atualizações, trocas e cancelamentos.

2) Faça backup de tudo que envolve os processos tecnológicos

Essa dica é importantíssima. É imprescindível ter backups de todas as informações da empresa. Atente-se onde manterá esses backups e tenha sempre uma versão fora do espaço físico da empresa em caso de panes ou erros humanos. Ele deve ser feito no servidor interno e replicado em algum Data Center externo que possa garantir a segurança das informações caso algo aconteça no espaço físico da organização.

3) Atenção ao e-mail empresarial

O e-mail é a principal forma de comunicação das empresas. Criar um e-mail híbrido que armazene as informações na nuvem é a solução para a grande quantidade de mensagens e arquivos trocados e também uma maneira de garantir que nada seja perdido por falha no sistema ou erros humanos. Manter os mais recentes em um cache local também é uma boa estratégia para garantir velocidade na busca.

4) Virtualização de servidores

Centralizar as informações em servidores é uma tendência que não pode ser ignorada. O ambiente é mais seguro do que os desktops dos colaboradores.
A principal vantagem é caso ocorra qualquer falha, os arquivos podem ser replicados e restabelecidos em outros locais sem mudanças drásticas, o que diminui o impacto na operação.

5) Redundância e compatibilidade nos equipamentos da empresa

É de suma importância que os equipamentos utilizados pelos colaboradores sejam compatíveis e tenham as mesmas configurações. Assim, diminuem as chances de falhas ao serem colocados juntos para funcionar.

Claro que existem muitos aspectos para serem estudados e discutidos quando falamos em infraestrutura de TI. É importante ressaltar que é essencial atenção a essa área que pode causar grandes impactos caso tenha falhas.

Todas essas verdades levam a uma mais global: de forma objetiva, é que para o Service Desk 5.0 ser implementado na sua empresa, é fundamental posicioná-lo como pilar estratégico.

O assunto é complexo e deve ser discutido sempre a nível gerencial com profissionais e softwares especializados e adequados.

Um Framework chamado IT model Canvas.

Pensando em ajudar as empresas que buscam esse novo olhar para o seu Sevice Desk a Sensr.IT desenvolveu o IT Model Canvas para conectar todas essas pontas e tornar o planejamento do TI muito mais alinhado com essa nova realidade.

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Gestão de tempo em um momento de objetividade

Gestão de tempo em um momento de objetividade

Gestão de tempo em um momento de objetividade.

Gestão de tempo em um momento de objetividade
Gestão de tempo em um momento de objetividade

Não sei se você já reparou, mas, toda vez que perguntamos para alguém como ele está, a resposta geralmente é: “Estou bem, na correria de sempre, muito trabalho, está uma loucura”, acontece ou não?

Mas de fato, o que é Gerenciamento de Tempo? Uma conclusão da própria Wikipédia:

 “Gerenciamento de tempo é o ato ou processo de planejamento e execução do controle consciente sobre a quantidade de tempo gasta com atividades específicas, especialmente para aumentar a efetividade, eficiência e produtividade. É uma meta-atividade, cujo objetivo é maximizar o benefício geral de um conjunto de outras atividades, dada uma quantidade limitada de tempo.”

Eu quero trazer uma reflexão e, ao mesmo tempo, ir direto ao ponto: Como fica essa gestão? Em um momento em que não temos tempo e qualquer hora passou ser produtiva.

Percebo que existe uma grande confusão entre Home Office e horas produtivas. Entretanto, entendo que o equilíbrio deva permanecer.

Durante anos liderando equipes, percebi o quão importante é inspirar as pessoas a terem equilíbrio na vida, em tudo o que fazem: Família, saúde mental e física, espiritualidade, vida social e trabalho.

Esse desafio é grande, trata-se do holograma de cada indivíduo. Quanto se atinge esse ponto, o equilíbrio, certamente os resultados, em todas as frentes, não só melhoram, mas também, são potencializados.

Por isso é que gosto muito de falar sobre a Tríade do Tempo, do autor Christian Barbosa, onde referenciarei aqui, o que na minha visão é importante.

Para mim, não existe essa questão de “vida pessoal” ou “vida profissional”. Eu acredito na vida, de forma íntegra e autônoma, ou seja, a pessoa tem de ser o que é, em qualquer lugar, sem máscaras.

É sabido que sempre nos depararemos com atividades e situações que podem ser: Importantes, Urgentes e Circunstanciais. O que eu percebo nas conversas com executivos nas empresas que atuou como conselheiro estratégico, é que existe um grande desequilíbrio.

Eu sempre oriento: “Precisamos organizar nosso tempo e nossas agendas, senão, viramos o tempo e agenda dos outros.”

Fica a dica: “Trabalhe com planejamento em tudo.”

Vejam esses 3 pontos:

Importantes: Contém as atividades valiosas, que trazem os resultados mais efetivos, o que é feito HOJE fará a diferença. O importante tem prazo e organização, ou seja, é algo planejado.

Urgentes: Coisas que precisam ser feitas imediatamente, pois não tem prazo, mas tem impacto e precisam ser resolvidas rapidamente.

Circunstanciais: Situações em que você é inserido e que não tem muito o que fazer. Você precisa se envolver e executar. Geralmente, em condições, ambiente e papel de outras pessoas. São coisas que você faz em excesso e não vê resultados frutíferos, gerando insatisfação e desgaste.

Note que, quando deixamos algo importante, para fazer o urgente, nos frustramos, por isso, a maior parte do nosso tempo deve estar em atividades importantes.

O ideal é investir tempo no que te traz realização e felicidade, por isso, analise se o que tem sido urgente poderia ser evitado se tivéssemos tratado anteriormente como algo importante (planejado), ou seja, não vamos procrastinar e deixar as coisas acontecer ao léo. Precisamos nos antecipar, planejar e mitigar.

Em resumo, a recomendação é:

  • 70% do meu tempo eu preciso atuar naquilo que é importante (Planejado)
  • 20% do meu tempo eu atuo naquilo que é urgente (Precisa ser resolvido com rapidez)
  • 10% do meu tempo eu acabo atuando naquilo que é circunstancial (Preciso me envolver)

Reduzindo o que é urgente:

  • Por que se tornou urgente?
  • Dava para ter sido evitado?
  • O que posso fazer para evitar novas urgências?
  • Posso contar com a ajuda de alguém?

Gerenciar urgências e lembra da agenda e compromissos mentalmente, gera ansiedade e angústias. Para resolver isso, sugiro que sempre inicie a semana com um planejamento e um TO DO LIST, além de se programar separando tempinho para se reciclar e respirar.

O que você planeja hoje, previne a urgência de amanhã.

Pensando neste cenário, quero compartilhar com vocês uma ferramenta para ajudá-los a se organizarem. Vejam, não é uma receita milagrosa, mas é algo que fará muito sentido.

Recomento a leitura do livro Pipeline de Lideranças.Nele constará as evoluções em cada estágio que atingimos em nossas carreiras, mas isso é assunto para um outro artigo.

Aqui, quero continuar focado na gestão de tempo, pois, precisamos aprender a delegar e nos apropriar de nossas responsabilidades, não procrastinar. 

Há uns anos eu fiz um treinamento chamado LAV-Líder de Alto Valor, ocasião em que tive contato com essa metodologia e trago um resumo do que eu aplico na prática.

Meu grande desafio nos tempos atuais é conseguir organizar minha agenda e focar naquilo que, de fato, vai gerar valor para o negócio.

Minha dica para você é: Priorize o que o negócio precisa, pois, o ágil é o que entrega o que o business precisa para avançar.

A tabela a seguir, é um exemplo de como você pode organizar seu tempo, colocando em listas ou post-its, os itens que correspondem a cada quadrado.

Tabela: Gestão de tempo

O grande ponto é focarmos nossos esforços no que é Vital. Além disso, percebemos que a falta de alinhamento das expectativas entre o líder e o liderado é muito ruim, pois, não existe acompanhamento e, quando chega o final do mês, começam as cobranças e controles que só desmotivam o colaborador e desgastam a relação.

Quando organizamos as atividades, balanceamos nossos afazeres, tornando a vida mais leve e, certamente, atingiremos melhores resultados e seremos mais felizes.

Não importa o tempo que você definiu para algumas atividades, faça sempre o seu melhor, para que este tempo seja produtivo e você possa medir, depois, o resultado. Isso não é controle, mas, resultado de satisfação por algo realizado na sua vida, sempre pensando no holograma: atividades pessoais ou em família, atividades físicas, atividades profissionais etc.

Destaco a seguir, algumas dicas para melhorar sua gestão de tempo e produtividade:

  1. Planejar: hábito saudável, previne surpresas.
  2. Antecipar:  conte com imprevistos, antecipe tudo o que pode vir a ser um problema.
  3. Priorizar: ordene as atividades, quebre-as em pequenas partes e faça as entregas paulatinamente, até se concretizarem em atividades grandes.
  4. Equilibrar: fatiar o tempo para aproveitar melhor, não transforme em uma ação mecânica.
  5. Organizar: é indispensável para manter a produtividade e leveza.
  6. Ter uma agenda e um TO DO LIST, semanalmente.
  7. Cumprir prazos e metas para que as atividades não se acumulem, não procrastine.
  8. A importância de fazer as listas:
    • O que tenho que deixar de fazer
    • O que tenho que continuar fazendo
    • O que posso delegar para alguém fazer
    • O que preciso me superar

Fábio Varricchio | CEO da SENSR.IT

Mais de 20 anos em Gestão estratégica de TI e Negócios. Especializações internacionais em Governança corporativa pela Babson College e Governança Financeira pela Columbia University nos EUA, MBA Gestão de empresas e negócios e Pós-Graduação em Segurança da Informação. Atuou em grandes empresas, criou negócios rentáveis, Joint Ventures, startups e conduziu área/equipe de: Estratégia, Business, Delivery Service, Governança, Projetos, Segurança da Informação. Atualmente também é mentor empresarial.

Service Desk na Sociedade 5.0

Descubra o novo Service Desk na Sociedade 5.0

Descubra o novo Service Desk na Sociedade 5.0

Confira a influência da Sociedade 5.0 nas novas atribuições do Service Desk e um framework para preparar seu Service Desk para esta no nova realidade.

A pandemia deflagrada pelo novo Coronavírus desencadeou uma nova realidade para as empresas e colaboradores que, atualmente, estão trabalhando em regime home office, o que significa, dentre outros fatores, chamados recorrentes à área de TI para que seja viável a continuidade da atividade da empresa, bem como do bom funcionamento de produtos, como softwares e aplicativos, para o consumidor final.

O que o Service Desk representa nesse novo contexto?

• Paralelo entre Revolução 4.0 e Sociedade 5.0

Diferentemente do que ocorria na Indústria 4.0, em que a máquina e a tecnologia estavam no centro da solução, garantindo agilidade e automatização processual, hoje, o objetivo é atender de forma personalizada e assertiva as demandas dos usuários, dos seres humanos, tendo os holofotes de TI direcionados para os mesmos. Ou seja, como as máquinas podem servir ao ser humano?

Esse movimento foi retratado pelo Índice de Inteligência Empresarial 2019, que aponta o gasto das empresas brasileiras com novas tecnologias: no ano passado, foram investidos mais de 60 milhões de dólares, 45% a mais do que em 2018.

Ok, há uma tendência de adquirir tecnologia, mas um ponto importante é: como elas serão usadas? O Service Desk pode ser usado para exemplificar o que essa questão envolve.

Antes, ele era orientado por chamados e tickets e, agora, o 5.0 se organiza mediante às necessidades de quem está por trás da tela. “Quando entramos na sociedade 5.0, percebemos uma grande revolução, cujo objetivo é sair da ideia de que a tecnologia veio para substituir o homem e então ele passa a ser o centro de toda a inovação. Nasce a visão da importância do ser humano frente a tudo isso que vem se criando”, explica Fabio Varricchio, CEO da Sensr.It.

É em momentos como esse que nos deparamos com desafios e novas verdades! No caso da TI e do Service Desk, é hora de enxergar que tal ferramenta vai muito além do operacional ou do suporte a diversos programas.

Pois é, e essa verdade precisa ser, mais do que dita, entendida por quem a recebe! Vamos nessa?

• Qual é a tônica do Service Desk 5.0?

Na sociedade 5.0, o Service Desk é a soma entre processos, ferramentas e experiência do usuário, tendo como resultado o atendimento pleno de uma demanda do ser humano.

Se antes era possível focar exclusivamente nos processos, agora é a vez de OUVIR o que os usuários têm a dizer sobre os programas e softwares que utilizam diariamente, quais são as mudanças que precisam ser realizadas para que a experiência das pessoas seja mais completa e sem interrupções, como a TI pode atuar no desenvolvimento de soluções propositivas, segundo tais diálogos.

E como é possível fazer essa virada de chave?

• Service Desk na empresa: vidraça X vitrine

Muitas vezes, ao haver um ruído ou intermitências tecnológicas em um novo projeto, a área de TI é responsabilidade. No entanto, os profissionais não foram envolvidos nas reuniões prévias em que ele havia sido planejado. Então, o Service Desk é visto como vidraça.

Isso pode ser alterado, aponta Valtomir Santos (Kid), Diretor de Serviços de Tecnologia no HDI Brasil. O executivo aponta alguns fatores para a área se tornar vitrine no que diz respeito às boas práticas e refletir o valor da área de TI.

São eles: funcionamento e integração entre as áreas de back office; aplicação de frameworks, como scrum e kanban; visão holística do Service Desk para o negócio; e concentração para seguir essa jornada de transformação, afinal “não é um tiro curto”, como enfatiza Kid, até fazer essa passagem para o Service Desk 5.0.

Quais são os 5 sinais que podem mostrar se o seu Service Desk está no caminho do 5.0?

1. Conecte a área de Service Desk a uma estratégia, mude o olhar de Atendimento para Entendimento.

2. Alinhe expectativa com as áreas de negócio.

3. Conheça de fato a cadeia de valor, tal entendimento ajudará na sustentação dos sistemas estratégicos.

4. Crie objetivos claros e mensuráveis da disponibilidade dos serviços.

5. Defina um termômetro de satisfação do usuário.

Um Framework chamado IT model Canvas.

Todas essas verdades levam a uma mais global: de forma objetiva, é que para o Service Desk 5.0 ser implementado na sua empresa, é fundamental posicioná-lo como pilar estratégico.

Pensando em ajudar as empresas que buscam esse novo olhar para o seu Sevice Desk a Sensr.IT desenvolveu o IT Model Canvas para conectar todas essas pontas e tornar o planejamento do TI muito mais alinhado com essa nova realidade.

Acesse: https://lp2.sensrit.com.br/lp2sensrit_itcanvas, e tenha acesso ao IT Model Canvas e um breve tutorial para melhor aproveitamento da ferramenta.


Fábio Varricchio | CEO da SENSR.IT

Mais de 20 anos em Gestão estratégica de TI e Negócios. Especializações internacionais em Governança corporativa pela Babson College e Governança Financeira pela Columbia University nos EUA, MBA Gestão de empresas e negócios e Pós-Graduação em Segurança da Informação. Atuou em grandes empresas, criou negócios rentáveis, Joint Ventures, startups e conduziu área/equipe de: Estratégia, Business, Delivery Service, Governança, Projetos, Segurança da Informação. Atualmente também é mentor empresarial.

A importância da capacidade e gestão dos custos da TI

A importância da capacidade e gestão dos custos da TI

A importância da capacidade e gestão dos custos da TI

A área de TI precisa estar alinhada com os objetivos estratégicos da empresa. A ideia do TI help desk já é bem ultrapassada e as discussões envolvendo a área devem ser levadas a sério.  

Com a crise do COVID-19, ficou bem claro a importância do TI agir rápido e de forma assertiva, já que muitas empresas precisaram rapidamente modificar toda a operação para o formato home office, e além da agilidade, foi necessário atenção redobrada as questões de segurança.  
 
Uma pesquisa realizada pela Startse com mais de 4.700 empresas, destacou que 56% ainda lutam lutando para sobreviver, 78% estimam 3 meses de operações a partir do início do isolamento social, e, vale ressaltar que, 49% perderam 90% de suas vendas, obrigando-as a contarem apenas com o que já havia no fluxo de caixa.   
 
Com esse cenário é impossível não discutir sobre redução de custos e novas ideias para operar com o menor custo possível. Os CEO’s, boards e conselhos diretivos devem pensar muito bem no que é essencial, no que pode ser cortado, e o que pode ser recuperado no período pós-crise.  
 
Separamos algumas dicas de como reduzir os custos da área de TI que podem ajudar nesse momento de decisões cruciais:  
 
1) Planejamento estratégico de TI  

É importante que a redução de custos não prejudique o bom funcionamento da organização. Os objetivos podem ser redesenhados, mas a operação precisa continuar da melhor maneira possível. O planejamento de TI precisa estar de acordo com o da empresa e ser executado de forma ágil e que ajude a diminuir os impactos.  
 
2) Budget de TI  

Tenha um gestor de TI com a visão financeira da área esclarecida e sob controle. Veja quais soluções devem ser mantidas, trocadas ou canceladas. Todo gasto não essencial deve ser cortado e tudo deve ser analisado para que não prejudique a operação da empresa.  

3) Pessoas 

As pessoas podem fazer a diferença em momentos de crise. Um time multidisciplinar e coeso pode garantir o bom funcionamento da área, por isso, é importante rever papéis, forças e responsabilidades.  
 
4) Capacity Plan  

Uma análise mais profunda da área pode ser importante nesse momento. Verificar todos os pontos, necessidades, itens críticos e indispensáveis podem ajudar a saber o que manter e o que é possível desfazer. Criar um business case e refazer a análise de SWOT pode ser útil até para uma retomada melhor e mais alinhada no período pós crise.  
 
5) Formato de contratação  

É importante estudar e entender novos tipos de ferramentas e softwares nas modalidades PaaS ou SaaS. Isso deve ser estudado com muita atenção e pode mudar muitos processos dentro da organização  
 
6) Gestão de Projetos  

É muito importante que todas as ações da TI sejam feitas com metodologias ágeis, controlando todas as fases do projeto. Dessa forma é possível visualizar as entregas e perceber possíveis gaps e processos que podem ser melhorados ou eliminados.  
 
7) Atenção ao dólar  

Muitas ferramentas e softwares que são utilizados pela área de TI não são nacionais. A cotação do dólar pode virar o inimigo número um quando o assunto é redução de custos e avaliar a utilização de soluções nacionais podem ser a saída nesse momento delicado.  
 
O momento pede calma e que todas as decisões sejam tomadas com sabedoria. É importante contar com o a melhor equipe possível e com as melhores ferramentas disponíveis no mercado que possam auxiliar as empresas nesse momento. Para entender o cenário e a maturidade da sua área de TI, envio agora um teste xpto de maturidade da TI. Para baixar clique aqui.  

Creative business web telecommunication, internet technology connection, cloud computing and networking connectivity concept: terminal monitor in server room with server racks in datacenter. 3D render

A Infraestrutura da nova TI

A Infraestrutura da nova TI

Creative business web telecommunication, internet technology connection, cloud computing and networking connectivity concept: terminal monitor in server room with server racks in datacenter. 3D render

O Brasil evoluiu muito nos últimos anos quando falamos sobre infraestrutura de TI. Até para os mais resistentes, ficou inegável a necessidade de atualizar sistemas e operações para a era digital.  
 
Mesmo com a evolução, ainda estamos atrás de outros países que investem muito para ter a disposição a melhor infraestrutura disponível. Separamos algumas dicas para você criar e garantir que tudo esteja funcionando bem em relação a sua disponibilidade de TI.  
 
O que é Infraestrutura de TI?  
 
Infraestrutura de TI é o conjunto de todos os itens e aparatos que criam o sistema tecnológico da empresa. Além disso, as redes, softwares, instalações e sistemas também fazem parte da infraestrutura e são fundamentais para o funcionamento da organização como um todo.  

Investir nessa área é fundamental para o crescimento e bom funcionamento de todas as áreas da empresa. Algumas tem necessidades específicas e tudo isso deve ser mapeado e monitorando por um TI estratégico e atuante.  

Separamos algumas dicas para você conferir se a sua infraestrutura de TI está organizada e funcional:  
 
1) Tenha um inventário atualizado 
 
Para iniciar esse processo, é necessário criar um inventário de toda sua estrutura interna. Mapear todos os recursos ativos da tecnologia é o primeiro passo. Após que isso for feito, mantenha esse documento atualizado com informações sobre atualizações, trocas e cancelamentos.  
 
2) Faça backup de tudo que envolve os processos tecnológicos 
 
Essa dica é importantíssima. É imprescindível ter backups de todas as informações da empresa. Atente-se onde manterá esses backups e tenha sempre uma versão fora do espaço físico da empresa em caso de panes ou erros humanos. Ele deve ser feito no servidor interno e replicado em algum datacenter externo que possa garantir a segurança das informações caso algo aconteça no espaço físico da organização.  

3) Atenção ao e-mail empresarial  

O e-mail é a principal forma de comunicação das empresas. Criar um e-mail híbrido que armazene as informações na nuvem é a solução para a grande quantidade de mensagens e arquivos trocados e também uma maneira de garantir que nada seja perdido por falha no sistema ou erros humanos. Manter os mais recentes em um cache local também é uma boa estratégia para garantir velocidade na busca.  
 
4) Virtualização de servidores 

Centralizar as informações em servidores é uma tendência que não pode ser ignorada. O ambiente é mais seguro do que os desktops dos colaboradores.  
A principal vantagem é caso ocorra qualquer falha, os arquivos podem ser replicados e restabelecidos em outros locais sem mudanças drásticas, o que diminui o impacto na operação.  

5) Redundância e compatibilidade nos equipamentos da empresa 

É de suma importância que os equipamentos utilizados pelos colaboradores sejam compatíveis e tenham as mesmas configurações. Assim, diminuem as chances de falhas ao serem colocados juntos para funcionar.  
 

Claro que existem muitos aspectos para serem estudados e discutidos quando falamos em infraestrutura de TI. É importante ressaltar que é essencial atenção a essa área que pode causar grandes impactos caso tenha falhas.  

O assunto é complexo e deve ser discutido sempre a nível gerencial com profissionais e softwares especializados e adequados.